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segunda-feira, 7 de maio de 2012

Infinito

É estranho quando nos apercebemos da nossa vulnerabilidade enquanto seres humanos. Porque é que vivemos se temos de morrer? Acredito no infinito, mas não me imagino a "viver" infinitamente no vazio. É triste quando nos apercebemos que estamos condenados a pensar demasiado no sentido da vida e no que é a morte. No que existe depois, se é que isso existe... E assim, apercebo-me que vivo mais na minha cabeça do que na minha vida real. E vivo questionando essa mesma realidade.. Começo, da mesma forma, a notar que é a solidão que me assusta. Se temos de morrer sozinhos, teremos de "viver" infinitamente sós após a nossa morte, mesmo indo para onde todos vão? É estúpido tentar imaginar-nos sem qualquer consciência.. Acredito no infinito e, embora querendo viver para sempre, não quero "viver" para sempre no vazio do infinito..

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Carta aberta à gentinha invejosa

Ora bem, minha gente reles e medíocre, cá vão as razões porque é que eu não sou igual a vocês:

1. Poderia apenas colocar uma foto minha e uma foto vossa, pedindo para descobrirem as diferenças, mas seria fácil demais pois é possível verificar logo pela cor do cabelo e pela inteligência (da minha parte) e falta dela (da vossa, fruto dessa água oxigenada que danificou severamente a ervilha que alguma vez existiu na vossa caixa craniana);

2. TUDO o que eu tenho é fruto do dinheiro que faço do meu trabalho. Convém dizer que o único contato que vocês alguma vez tiveram com o trabalho, foi o exercício de "chupar", quais sanguessugas, o dinheiro das "maminhas" dos vossos papás;

3. Também é pertinente acrescentar que descrever com elevado grau de precisão a minha roupa, os meus sapatos, o meu relógio, a minha mala, os meus óculos de sol e respetivas marcas (que usei num dia e quando só me viram durante um minuto!!), é, para além de triste, "trabalho" de quem não tem vida própria e mais nada que faça;

4. Para vos poupar trabalho, digo-vos que a maioria das "grandes" marcas que tenho é falsa! (CRUZES, QUE ESCÂNDALOOO!!! - gritam elas loucas!!) Sim, porque eu tenho dois dedos de testa e, como já referi, sou inteligente, portanto não gasto toda a minha conta bancária numa mala Louis Vuitton apenas para "arranhar" as outras mamãs na próxima reunião de pais.. Tenho coisas mais interessantes em que posso gastar o meu dinheiro. Exemplo: apostar na minha formação! (Ah, óbvio que não sabem o que é. Procurem a palavra no dicionário);

5. Vocês dependem dos maridos para irem ao cabeleireiro três vezes por semana, para pagarem a manicure e pedicure de 5 em 5 dias. Quando já estoiraram o "ordenado" proveniente dos paizinhos, lá recorrem novamente à "comunhão de bens" para comprar aquelas sandálias fashion com uma sola e duas tiras e que custam o valor do meu carro.. Felizmente, não dependo do meu nem preciso do seu ordenado para comprar seja lá o que for!!;

6. Enquanto vocês vivem para as marcas de roupa e para as aparências, eu formo-me como pessoa e como profissional! Tenho mais gente que me adora do que gente que me detesta! Sei que tenho amigos e amigas com os quais posso contar num dia menos bom! Sei que tenho sempre a minha família a me apoiar! E também sei que tenho o amor da minha vida, ao fim de um longo dia, a me dizer o quanto gosta de mim e que estará sempre ao meu lado! Sou feliz! Vocês quando deitam a cabeça na almofada, choram quando vêem o quão triste a vossa vida é e arrependem-se de tudo o que nunca fizeram..;

7. Preocupem-se antes com a vida dos vossos filhos e filhas. Tenho a certeza que encontrarão coisas mais "interessantes" e alguma sarna para se coçarem e manterem-se entretidos durante alguns anos..;

8. Eu poderia mandar rezar mil e uma missas, fazer uma macumba contra o mau-olhado ou andar com alecrim para afastar a inveja. Mas prefiro antes mandar-vos à merda!

Com licença.

Passem bem!

terça-feira, 18 de outubro de 2011

A sério! Chateia-me! Quero mudar de planeta! Aliás.. De galáxia!

É um país a ir pelo ralo abaixo..
É um povo que se acomoda e vive num "ah deixa andar.."..
É um monte de gente com merda na cabeça, que só abre a boca para vomitar esterco e baixar-me o QI...
É um bando de imbecis que cruza os braços e não faz nenhum, enquanto outros fazem das tripas coração o seu trabalho e o dessas antas sem receber o devido valor em troca e se privando da sua vida privada muitas vezes..
São os porcos dos vizinhos (salvo aqueles que não o são e que sabem quem são) que acham que vivem sem mais seres humanos à volta, por baixo e por cima..

Não sei, não sei, não sei..

Apetece desistir de tentar saber. Apetece desistir de tentar lutar.. de falar.. de agir... de sei lá mais o quê..

Pensar é o trabalho mais duro que existe, razão pela qual, poucos se dedicam a ele.. e bem que Henry Ford tinha razão..

Actum est!

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Na minha bolha

Se há coisa que me arrepia as vértebras todas da espinha e me faz subir uns "bofes" tal qual criatura possessa, é quem não respeita o meu espaço pessoal!

Cada um tem o seu.. E o meu é uma bolha grande e gorda que só entra quem eu quero!!

Aqui vai um desenho para quem precisa dele..


Sim, sou um bicho anti-social..

Temos pena!

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Hoje estou fula! Possessa!! Solenemente irritada!!!

Mas agora querem ver que tenho de deixar o carteiro fazer o que quer com as minhas encomendas???

Anda aqui uma pessoa a tratar dos seus livros com todo o respeito e a pensar "Um dia quando tiver uma casa, terei uma estante enorme para os colocar todinhos lindinhos e direitinhos como eles merecem!!!", para agora vir um sacana irresponsável e enfiar um pacote A4 com o meu livro novo pela minha caixa de correio onde só entram coisas muito mais pequeninas????

Resultado? Uma enorme dor de cabeça para o tirar da caixa de correio e uma série de palavrões depois de ver o estado em que ele me chegou às mãos!

Lá foi a minha pessoa para os CTT, com toda a simpatia do mundo e mais alguma, falar com o chefe dos carteiros! O senhor, muito bem educado, deu-me duas hipóteses: fazer queixa no livro de reclamações ou o carteiro que fez a tonta da asneira pagar-me um livro novo (já que o meu está dobrado e rasgado!).

Achei que a hipótese do livro de reclamações era demasiado forte e considerei ser mais correcto que o senhor pagasse pela sua irresponsabilidade. Tenho a certeza que as consequências do livro de reclamações seriam mais graves do que o senhor dar 20 euros por um livro.

Pronto, tudo acertado!

Mas isto não acaba aqui.. Quando os senhores meus pais souberam, acharam-me uma pessoa intolerante e radical, incapaz de pensar que o senhor carteiro coitadinho podia precisar do dinheiro e tal.


E aqui a pessoa é que fica a má da fita! Olha, merda!!!

terça-feira, 24 de maio de 2011

Loser Alert

Today I knew what was like to wake up as a loser.

It's official: I do suck.

And tonight, I'll know what's like to fall asleep as a loser and have tears as a lullaby..

sexta-feira, 15 de abril de 2011

É estranho..

Esperar que algo aconteça, quando sabemos que nunca irá acontecer..

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Era uma vez o amor..

Caros leitores, a "escritora" desnaturada pede desculpa novamente pela sua ausência.
Volto em força!! :-)

Sim, eu sei que já coloquei este excerto aqui, mas nunca é demais relê-lo sabendo o significado extraordinário que ele tem! E desta vez, farei os meus comentários.

Deliciem-se com a alma profunda deste texto de Margarida Rebelo Pinto:

"Quando se ama alguém tem-se sempre tempo para essa pessoa. E se ela não vem ter connosco, nós esperamos. O verbo esperar torna-se tão imperativo como o verbo respirar. A vida transforma-se numa estação de comboios e o vento anuncia-nos a chegada antes do alcance do olhar. O amor na espera ensina-nos a ver o futuro, a desejá-lo, a organizar tudo para que ele seja possível. É mais fácil esperar do que desistir. É mais fácil desejar do que esquecer. É mais fácil sonhar do que perder. E para quem vive a sonhar, é muito mais fácil viver."

Dizem que falar é fácil, mas apenas quem ama de verdade sabe o quão difícil é de dizer palavras destas a quem amamos.

De facto, em muitas situações o provérbio chinês tem razão quando diz que "A palavra é de prata, o silêncio é de ouro".

É o que chamo a sabedoria do coração. Adquirí-mo-la não com estudo, mas com o aprender a esperar e a saber optar pela palavra ou pelo silêncio nos momentos menos bons.

Quem ama, sofre. Mas haverá sofrimento melhor? Não. Pois mais vale ter amado uma vez na vida somente, que nunca ter sequer lhe sentido o gosto.

Porque "o amor faz girar o mundo" e o meu mundo gira a mil a hora!! Eu sei que por vezes pareço "bipolar" (se é que dá para me entender), no entanto estou a dar uso à minha sabedoria do coração enquanto opto pelo silêncio...

Posso parecê-lo, mas nunca o fui..



Mas tenho o maior amor do mundo dentro do meu coração! (e quem dera a muitos e muitas poder sentir algo assim!!)

Actum est!

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Neste Natal..



..Quero-te aqui!!
Sim, aqui ao meu lado e sentado à mesa com todos nós no almoço de Natal como antes fazíamos!
Quero dar-te um abraço daqueles bem sufocantes e quero que me levantes no ar, como fazias sempre que nos víamos!
Quero ouvir-te a rir bem alto e ver-te a armar partidas e dares sustos à avó!
Quero poder ligar-te para o telemóvel e ouvir o teu tão típico madeirense "SEIIIM???".
Quero ouvir-te a brigar com os jogadores e com o presidente do Marítimo e quero ouvir-te a gritar "F*DA-SEEE, Q'É ESTA M*RDA?!?!"
Quero poder deixar de fingir que tudo o que aconteceu foi apenas um pesadelo e que posso ver-te amanhã..
Quero poder esquecer aquele dia em que te perdemos..
Quero poder deixar de chorar cada vez que me lembro que partiste sem um adeus..
Fazes-me falta..
Acredito que estás no Céu a olhar por nós.. Acredito que és o meu Anjo da Guarda e que cuidas de mim dia e noite.
Mas só queria abraçar-te uma vez mais e dizer-te o que nunca te disse, que eu gosto tanto de ti..
Espero pelo dia que vão encontrar a cura para esse demónio que te arrancou de nós e pelo pensamento que isso poderia ter chegado a tempo de te salvar..

Um beijo.
Ajuda-me a ser forte.
Cuida de mim.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Eu.



Quem sou eu?

Não sou como todas as outras nem sou uma qualquer.
Sou especial.
Não sou a mais linda. Não sou a mais magra. Não tenho o corpo perfeito. Não sou a mais alta.
Sou girinha à minha maneira.
Tenho celulite. Tenho o rabinho molinho. Tenho estrias nas maminhas.
E depois? A Scarlett Johansson também tem e ela é hot!
O meu cabelo é mais rebelde do que eu aos 16 anos. Tenho a cara em erupção por causa das minhas hormonas atrasadas.
Quando estico o cabelo e me maquilho, acreditem.. Páro o trânsito!
Não sei agarrar em canetas nem em facas como as pessoas normais. Não sei comer com pauzinhos chineses.
Tenho uma letra linda e organizada. Sou excelente cozinheira!
Sou teimosa como uma mula. Bato o pé quando sei que tenho razão.
Quando não tenho razão, sou mulherzinha o suficiente para pedir desculpa.
Gosto de números. Gosto de ler livros técnicos.
Sei mais Matemática que a maioria da população mundial. Considero-me uma pessoa inteligente.
Tenho medo do escuro e durmo com luz acesa. Tenho medo de porcos e a última vez que vi um chorei.
No entanto, quando rio, eu ronco.
Durmo com uma naninha que já existe desde que nasci, e com o peluche do Mr. Bean.
Não tenho vergonha em admitir.
Tenho fobia de andar de avião. Não saio da ilha há 10 anos.
Mas tenho o sonho de viajar e conhecer os sítios maravilhosos que tanto sonho.
Não sou fotogénica. Para tirar uma boa foto, tenho de tirar 500 terríveis.
Mas divirto-me quando o faço.
Quando estou nervosa ou stressada, gaguejo ou troco as sílabas das palavras.
Tenho uma voz magnífica e já cantei para mais de 200 pessoas.
Já sofri. Já chorei. Já traí e fuí traída. Já fui namorada e já fui a outra. Já perdoei. Nunca tive a vida num mar de rosas.
Aprendi com os erros, cresci e tornei-me na pessoa forte que hoje sou.
Sou trapalhona. Não sei medir distância entre a minha cabeça e uma montra ou do exaustor da cozinha.
Mas em tudo o que faço, dedico-me e entrego-me de corpo e alma.

...

Sim, isto sou eu.

...

Tenho sentimentos. Não sou um apenas um bocado de carne..

Actum est!

terça-feira, 30 de novembro de 2010

As competências do professor do 3º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário

«Educar é semear com sabedoria e colher com paciência.» - Augusto Cury

Nos dias que correm, um professor é muito mais do que uma fonte de conhecimentos. Esta trata-se, de facto, de uma noção pouco realista do papel que este profissional tem de desempenhar e que se vem verificando com os constantes desafios que o docente enfrenta actualmente.

Isto porque, se há umas décadas o papel do professor se resumia a transmitir matéria e a ajudar o aluno a conseguir a melhor prestação possível, hoje em dia, a exigência que se coloca ao profissional do ensino é muito maior.

Actualmente, com as transformações da sociedade e numa era em que os pais vão tendo cada vez menos tempo para os filhos, o docente acaba por também ter a responsabilidade de desempenhar as funções de conselheiro, segundo pai e até mesmo de um “ombro” amigo.

Além do seu papel educacional e formador, este tem também de adaptar a transmissão de conhecimentos às especificidades de cada aluno. Se antes essa era uma tarefa aparentemente simples, nos dias de hoje o professor enfrenta graves problemas de indisciplina, dificuldades de aprendizagem e/ou necessidades especiais por parte das pessoas a quem tem de ensinar.

E então, qual a atitude certa a tomar face a estes novos desafios?
A meu ver, não há nenhuma fórmula secreta que nos diga qual a melhor atitude a tomar enquanto professor. Aprende-se a educar, educando. No entanto, existe um vasto leque de procedimentos que se deve ter em conta na hora que se escolhe leccionar como profissão.

Os alunos não são iguais, logo, há que respeitar a diversidade de cada um deles quanto às suas origens e opções. Ao fazermos isto, estaremos a valorizar diferentes formas de conhecimento, de comunicação e expressão.

Cultivar a emoção e expandir a inteligência dos jovens, promover a auto-confiança e desenvolver a capacidade de questionar devem ser algumas de muitas valências que o docente deve incutir nos alunos. Muitos deles virão de classes sociais diferentes, de famílias problemáticas e com dificuldades económicas, contudo isso não deve constituir uma barreira para o jovem.

O papel do professor nestes casos é essencial, pois tem de encorajar o aluno e apoiá-lo na descoberta das diversas formas de organização da sua aprendizagem e na construção da sua autonomia para aprender.

Este profissional tem como função, entre outras, relacionar-se e trabalhar de forma construtiva com os restantes professores, sempre tendo consciência das suas necessidades de formação e actualização contínuas.

Ora, como membro da comunidade educativa, o professor deve então incentivar a criação de espaços e tempos livres dos estudantes na escola. Uma forma de estimular o convívio e ajuda entre colegas e não a competição por melhores resultados.

A capacidade de resolver conflitos na sala de aula é uma mais-valia para quem lecciona, pois a aprendizagem não pode fundamentar-se em sentimentos de frustração ou de inveja por parte dos alunos. Isto pode levar a desfechos menos desejados como a desistência dos estudos.

Autora: Helena Teixeira

Actum est!

Nota: Trabalho para a cadeira de Iniciação à Prática Profissional I do Mestrado em Ensino da Matemática no 3º Ciclo do Ensino Básico e Secundário

terça-feira, 2 de novembro de 2010

5 Lições Sobre Como Tratar as Pessoas

«Primeira lição importante – Senhora da limpeza

Durante o meu segundo ano no ensino superior, o nosso professor deu-nos um teste.
Eu era um aluno consciente e respondi rapidamente a todas as questões até ler a última:

"Qual é o nome da mulher que faz a limpeza na escola?"

Isto só podia ser uma brincadeira. Eu tinha visto a mulher da limpeza inúmeras vezes.
Ela era alta, cabelo escuro, à volta dos 50 anos, mas como poderia eu saber o nome dela?

Eu entreguei o meu teste, deixando em branco a última questão. Mesmo antes da aula terminar, um dos estudantes perguntou se a última questão contava para nota.

"Absolutamente," respondeu o professor. "Nas vossas carreiras irão encontrar muitas pessoas. Todas são significativas. Elas merecem a vossa atenção e cuidado, mesmo que tudo o que vocês façam seja sorrir e dizer 'olá'."

Nunca esquecerei aquela lição. Também aprendi que o nome da senhora era Dorothy.

Segunda lição importante – Boleia na chuva

Uma noite, pelas 23:30, uma mulher de origem Africana, estava apeada numa auto-estrada do Alabama, a tentar aguentar uma valente chuva torrencial.

O carro dela tinha avariado e ela precisava desesperadamente de uma boleia.
Completamente encharcada, ela decidiu fazer "stop" ao carro que se aproximava.
Um jovem, branco, decidiu ajudá-la, apesar de isto ser uma atitude de bravado naqueles dias de racismo (década de 60). O homem levou-a até um lugar seguro, ajudou-a a resolver a sua situação e arranjou-lhe um taxi.

Ela parecia estar com muita pressa, mas mesmo assim tomou nota da morada do jovem e agradeceu-lhe.
Uma semana mais tarde batiam à porta do jovem. Para sua surpresa, uma televisão de ecrã panorâmico era-lhe entregue à porta. Um cartão de agradecimento acompanhava a televisão.

Dizia:
"Muito obrigada por me ajudar na auto-estrada na outra noite. A chuva não só encharcou a minha roupa, como o meu espírito. Foi então que você apareceu.
Por causa de si consegui chegar ao meu marido antes de ele falecer. Que Deus o abençoe por me ter ajudado e ter servido outros de maneira tão altruísta.
Com sinceridade, Mrs. Nat King Cole."

Terceira lição importante – Lembra-te sempre daqueles que servem

Nos dias em que um gelado custava muito menos do que hoje, um rapazinho de 10 anos entrou no café de um hotel e sentou-se à mesa. Uma empregada de mesa trouxe-lhe um copo de água.

"Quanto custa um gelado de taça?" perguntou o rapazinho.
"Cinquenta cêntimos," respondeu a empregada.
O rapazinho tirou do bolso uma mão cheia de moedas e contou-as.
"Bem, quanto custa um gelado simples?" perguntou ele.

A esta altura já mais pessoas estavam à espera de uma mesa e a empregada começava a ficar impaciente.
"Trinta e cinco cêntimos," respondeu ela com brusquidão.
O rapazinho contou novamente as suas moedas.
"Vou querer o gelado simples." Respondeu ele.

A empregada trouxe o gelado, colocou a conta em cima da mesa, recebeu o dinheiro do rapazinho e afastou-se.
O rapazinho terminou o seu gelado e foi-se embora.

Quando a empregada foi levantar a mesa começou a chorar. Em cima da mesa, colocado delicadamente ao lado da conta, estavam 3 moedas de cinco cêntimos...

Não sei se está a ver, ele não podia comer o gelado cremoso porque queria ter dinheiro suficiente para deixar uma gorjeta à empregada.

Quarta lição importante – O obstáculo no nosso caminho

Em tempos antigos, um rei mandou colocar um enorme pedregulho num caminho.
Depois escondeu-se e ficou a ver se alguém retirava a enorme pedra. Alguns dos comerciantes mais ricos do Rei passaram e simplesmente se afastaram da
pedra, contornando-a.

Alguns culpavam em alta voz o Rei por não manter os caminhos limpos. Mas nenhum fez nada para afastar a pedra do caminho.

Apareceu então um camponês, carregando um molho de vegetais. Ao aproximar-se do pedregulho, o camponês colocou o seu fardo no solo e tentou deslocar a pedra para a berma do caminho.

Depois de muito empurrar, finalmente conseguiu. O camponês voltou a colocar os vegetais às costas e só depois reparou num porta-moedas no sitio onde antes estivera a enorme pedra.

O porta-moedas continha muitas moedas de ouro e uma nota a explicar que o ouro era para aquele que retirasse a pedra do caminho. O camponês aprendeu aquilo que muitos de nós nunca compreendem!

Cada obstáculo apresenta uma oportunidade para melhorar a nossa situação.

Quinta lição importante – Dar quando conta

Há muitos anos atrás, quando eu trabalhava como voluntário num hospital, conheci uma pequena menina chamada Liz, que sofria de uma doença rara e muito grave. A sua única hipótese de salvamento parecia ser uma transfusão de sangue do irmão mais novo, de cinco anos, que já tinha tido o mesmo problema e sobrevivido milagrosamente, desenvolvendo anticorpos necessários para a combater.

O médico explicou-lhe a situação da irmã e peguntou-lhe se ele estaria disponível para dar o seu sangue à sua irmã.
Eu vi-o a hesitar por uns instantes, antes de respirar fundo e dizer "Sim, eu faço-o se isso a salvar."

À medida que a transfusão ía correndo, ele mantinha-se deitado ao lado da sua irmã, sorrindo. Todos nós sorríamos, vendo a cor a regressar à face da menina. Foi então que o menino começou a ficar pálido e o seu sorriso a desaparecer.
Ele olhou para o médico e perguntou-lhe, com a voz a tremer, "Será que eu começo a morrer já?"...

Sendo muito jovem, o menino não compreendeu o médico, ele pensou que teria que dar todo o seu sangué à irmã para a poder salvar.»

Autor desconhecido

Actum est!

sábado, 2 de outubro de 2010

Se eu morrer antes de ti..



Se eu morrer antes de ti, faz-me um favor.
Chora quanto quiseres, mas não te aborreças com Deus por Ele me ter levado.
Se não quiseres chorar, não chores.
Se não conseguires chorar, não te preocupes.
Se tiveres vontade de rir, podes rir.
Se alguns amigos contarem algum facto a meu respeito,
ouve e acrescenta a tua versão.
Se me elogiarem demais, corrige o exagero.
Se me criticarem demasiado, defende-me.
Se me quiserem fazer santa só porque morri,
mostra que eu tinha um pouco de santa,
mas estava longe de ser a santa que me querem pintar.
Se me quiserem fazer um demónio,
mostra que eu talvez tivesse um pouco de demónio,
mas que a vida inteira tentei ser amiga.
Se sentires saudades e quiseres falar comigo,
fala com Deus que eu também ouvirei.
E se tiveres vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diz apenas uma frase:
"Foi minha amiga, acreditou em mim"
Aí, então, podes derramar uma lágrima.
Eu não estarei presente para enxugá-la mas não faz mal.
Outros o farão por mim.
Vendo-me bem substituída ficarei feliz.
De vez em quando, tenta olhar na direcção do alto.
Não me verás, mas ficarei contente, vendo-te a olhar para o céu.
E, quando chegar a tua vez de vires para cá, nesse dia,
sem nenhum véu a separar-nos,
vamos viver em Deus a amizade que na terra nos preparou para Ele.
Penso mesmo que não vais estranhar o céu...
porque ser amigo é já um pedaço dele!

Adaptado do Autor Vinicius de Moraes


Actum est!

quinta-feira, 22 de julho de 2010

10 coisas para fazer antes de morrer

Caros leitores,

agora que estou de férias passo o tempo a pensar no que eu mais gostaria de fazer.. Infelizmente não as posso concretizar agora, por isso mandei-as para a minha lista das coisas que tenho de fazer antes de ir para a casa do Senhor Nosso Deus, que é, como quem diz, "morrer"!

1. Ir aos EUA: passear na Fifth Avenue, perder a cabeça e gastar um dinheirão nas lojas todas. Passar uma noite de fim-de-ano em NY e assistir a um espectáculo da Broadway.





2. Ir a Áustria: passar umas férias de Inverno.



3. Ir a Itália: passar umas férias de Verão, tirar a típica foto na Fontana de Trevi e pedir um desejo depois deitar lá uma moeda!




4. Conhecer a Lady Gaga: Ir a um concerto dela com passe VIP e ter o prazer de a conhecer pessoalmente no backstage.




5. Voltar a andar a cavalo: Matar as saudades da infância..



6. Tirar um curso profissional: de culinária! Tornar-me chef talvez e abrir o meu próprio restaurante.




7. Ter uma cozinha totalmente equipada: só minha!



8. Tornar-me uma excelente professora de Matemática: e conseguir ensinar e incentivar todos os meus alunos.



9. Fazer investigação: usando a Matemática para desenvolver as capacidades das crianças com necessidades especiais.




10. Envelhecer: feliz!



Actum est!

sábado, 19 de junho de 2010

Indiferente..



Sinceramente, às vezes nem sei o que dizer ou o que fazer..

Quando damos o nosso melhor no que fazemos e tentamos ser pessoas melhores para os outros, eis que esses outros só nos sabem rebaixar.

Antes, se me diziam alguma coisa, respondia de volta, o que terminava sempre em trocas de acusações e de palavras menos simpáticas..

Agora optei pelo silêncio. Querem falar, que falem! Querem dizer mal, que digam! Querem magoar, que magoem!
Nada é pior que o silêncio e a indiferença em resposta.

O pior é o que fica cá dentro a ecoar e a me massacrar constantemente.
Só espero é continuar a ser forte e a não me deixar ir abaixo..

Até quando? Nem eu sei...

Actum est!

terça-feira, 20 de abril de 2010

A Espera

Após um tempo sem vir postar nada no blog, eis um excerto que encontrei e simplesmente adorei.

“Espero por ti porque acho que podes ser o homem da minha vida. E espero por ti porque sei esperar, porque nos genes ou na aprendizagem da sabedoria mais íntima e preciosa, há uma voz firme e incessante que me pede para esperar por ti. E eu gosto de ouvir essa voz a embalar-me de noite antes de, tantas e tantas vezes, te encontrar nos meus sonhos, e a acalentar-me de manhã, quando um novo dia chega e me faz pensar o quão longa e inglória pode ser a minha espera.”



Margarida Rebelo Pinto

Actum est!

domingo, 14 de março de 2010

29 regras para escrever e falar bom português

1. Deve evitar ao máx. a utiliz. de abrev., etc.

2. É desnecessário fazer-se empregar de um estilo de escrita demasiadamente rebuscado. Tal prática advém de esmero excessivo que raia o exibicionismo narcisístico.

3. Anule aliterações altamente abusivas.

4. não esqueça as maiúsculas no inicio das frases.

5. Evite lugares-comuns como o diabo foge da cruz.

6. O uso de parêntesis (mesmo quando for relevante) é desnecessário.

7. Estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in.

8. Evite o emprego de gíria, mesmo que pareça nice, tázaver?

9. Palavras de baixo calão podem transformar o seu texto numa m****.

10. Nunca generalize: generalizar é um erro em todas as situações.

11. Evite repetir a mesma palavra, pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto onde a palavra se encontra repetida.

12. Não abuse das citações. Como costuma dizer um amigo meu: "Quem cita os outros não tem ideias próprias".

13. Frases incompletas podem causar

14. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez, ou por outras palavras, não repita a mesma ideia várias vezes.

15. Seja mais ou menos específico.

16. Frases com apenas uma palavra? Jamais!

17. A voz passiva deve ser evitada.

18. Utilize a pontuação correctamente o ponto e a vírgula especialmente será que já ninguém sabe utilizar o ponto de interrogação

19. Quem precisa de perguntas retóricas?

20. Conforme recomenda a A.G.O.P, nunca use siglas desconhecidas.

21. Exagerar é cem milhões de vezes pior do que a moderação.

22. Evite mesóclises. Repita comigo: "mesóclises: evitá-las-ei!"

23. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.

24. Não abuse das exclamações! Nunca!!! O seu texto fica horrível!

25. Evite frases exageradamente longas, pois estas dificultam a compreensão da ideia nelas contida, e, por conterem mais que uma ideia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçam desta forma, o pobre leitor a separá-la nos seus diversos componentes, de forma a torná-las compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular através do uso de frases mais curtas.

26. Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língúaa portuguêza.

27. Seja incisivo e coerente, ou não.

28. Não fique escrevendo no gerúndio. Você vai deixando seu texto pobre - causando ambiguidade - e esquisito, ficando com a sensação de que as coisas ainda estão acontecendo.

29. Outra barbaridade que deve evitar é usar muitas expressões que acabem por denunciar a região onde mora, carago!

Por António Matias

Actum est!

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Coração de Papel


Um dia um professor resolveu dar uma lição a uma criança que se divertia a mentir e magoar as outras crianças.

Entregou-lhe uma folha de papel lisa e disse:

- Amassa-a!

A criança, com medo, obedeceu e fez com ela uma bolinha.

- Agora deixa-a como estava antes.

É óbvio que não pôde deixá-la como antes. Por mais que tentasse, o papel ficou cheio de vincos.

Então o professor disse-lhe:

- O coração das pessoas é como esse papel. A marca que neles deixamos é tão difícil de apagar como esses vincos.
Actum est!

sábado, 6 de fevereiro de 2010

A Lição do Ratinho



«Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e a sua esposa a abrir um pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.

Correu para o pátio da fazenda advertindo a todos:

- Há uma ratoeira na casa, há uma ratoeira na casa!!

A galinha disse:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.

O rato foi até o porco e disse:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!

- Desculpe-me Sr. Rato - disse o porco - mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranquilo que o Sr. será lembrado nas minhas orações.
O rato dirigiu-se à vaca e ela disse-lhe:
- O quê? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então, o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira.
Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira a apanhar a sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que seria.
No escuro, ela não viu que a ratoeira havia apanhado a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher…

O fazendeiro levou-a imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.
Todo a gente sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro agarrou no machado e foi providenciar o ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e os vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou por morrer.
Muita gente veio para o funeral.

O fazendeiro então sacrificou a vaca para alimentar todo aquele povo.»


Moral da História:
Na próxima vez que ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco.


O problema de um é problema de todos!


Actum est!

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Nós, as mulheres


Caros leitores, atendendo a um dos últimos posts do blog da minha prima Raquel Os homens são como a roupa, venho agora eu escrever algo semelhante, mas desta vez sobre nós, mulheres!

Como é que nos devem tratar? Eis a questão..

Já ouvi dizer que as mulheres são como as maçãs..
A primeira vez que ouvi isso ainda me deu para rir e confesso que achei uma baboseirada tremenda.. Mas agora, a verdade é que acho que realmente até somos..

"Mulheres são como maçãs em árvores. As melhores estão no topo. Os homens não querem alcançar essas boas, porque eles têm medo de cair e se magoar. Preferem apanhar as maçãs podres que ficam no chão, que não são boas como as do topo, mas são fáceis de se conseguir. Assim as maçãs no topo pensam que algo está errado com elas, quando na verdade, eles estão errados... Elas têm que esperar um pouco para o homem certo chegar, aquele que é valente o bastante para escalar até o topo da árvore."

A pergunta é: será que os homens (ou pelo menos alguns deles) têm a coragem e a vontade de escalar a árvore? De fazer esse esforço para ter essa maçã?


Actum est!